Especialistas analisam as oportunidades para os empreendedores em 2012

Quem abriu o próprio negócio no último ano tem muito a comemorar.

A mudança no teto da receita bruta anual do Simples Nacional foi aprovada, passando de R$ 36 mil para R$ 60 mil e as agências de apoio aos micro e pequenos empresários têm sido cada vez mais procuradas para dar suporte às novas empreitadas. Reflexo disto, 15.856 trabalhadores saíram da informalidade no Brasil já na primeira semana deste ano, somando-se aos 1.871.176 cadastrados no programa Empreendedor Individual. Mas quais são as perspectivas para os novos empreendedores brasileiros neste ano? Especialistas comentam as expectativas que rondam esse grupo que ganha força a cada dia em nosso País.

A política econômica conservadora do Brasil – testada nas crises norte-americana e europeia – somada às ações de fomento têm feito os analistas acreditarem na força do empreendedor em 2012. “As alterações na legislação e os programas que estão sendo criados favorecem o ambiente promissor”, afirma a diretora executiva da Aliança Empreendedora, Lina Maria Useche. A perspectiva também anima o professor de Empreendedorismo do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa, Marcos Hashimoto. “Acredito que este será um bom ano, não só por condições macroeconômicas, mas porque há sinais de que o governo vai começar a agir para criar medidas que favoreçam as pequenas e médias empresas.”

A aposta de se tornar empreendedor já é vista por quem entende do assunto como uma opção de carreira, ao lado do funcionalismo público e do trabalho em empresas privadas. Contudo, os empreendedores que “nascerão” em 2012 devem continuar a tendência de diminuir o ritmo de negócios por necessidade e aumentar os negócios por oportunidade, defende Hashimoto. “A economia está sinalizando novas oportunidades para empreendedores todos os dias. Há muito tempo não tínhamos uma perspectiva tão favorável à iniciativa empreendedora.”

Desenvolvedores de aplicativos para smartphones e tablets estarão na “crista da onda” nos próximos meses, assim como os exportadores de produtos naturais tipicamente brasileiros. Como não poderia deixar de ser, a nova classe média também movimentará os empreendedores. Por isto, serviços e produtos que atendam necessidades de classes sociais emergentes, com baixo custo e larga escala ganharão espaço. Quanto aos negócios gerados com os eventos esportivos, devem ficar para 2013. “Agora é o momento de definir as ideias para implantar no ano que vem”, aposta o professor.

Educação empreendedora para avançar
Velhos conhecidos dos discursos dos analistas, os estímulos financeiros e de infraestrutura são itens considerados básicos para fortalecimento do setor. Contudo, a educação empreendedora também precisa avançar para que os números positivos de 2011 não apenas se repitam, mas cresçam. “É preciso ter talento, mas também é necessário ter conhecimento para crescer. Um desafio para este ano é avançar na educação dos nossos empreendedores”, observa a diretora executiva.

Para o professor Hashimoto, a formação empreendedora apresenta um déficit desproporcional à demanda crescente. Nem mesmo os empreendedores com formação superior ficam de fora deste cenário, correndo o risco de repetir os erros do passado. “Eles ainda estão mal preparados, por outro lado, mais empreendedores estarão dispostos a tentar novamente”, afirma.

Crise: um olho no gato outro no peixe
Se os países da zona do Euro estão instáveis, por aqui, tudo deve ir muito bem. As crises nos mercados internacionais levam o foco para os países emergentes, atraindo investimentos para o Brasil. Apesar do banho de otimismo é preciso ter os pés no chão e se informar do impacto que haverá no seu ambiente de negócios. “A crise europeia pode afetar setores da economia. Por isso é importante buscar o máximo de informações sobre o mercado em que irá empreender para não ser pego se surpresa”, aconselha Lina.

Fonte: Banco Santander

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